segunda-feira, 28 de março de 2011

Princípios da Administração Científica

Em seu segundo livro “Principles of Scientific Management” (Princípios de Administração Científica), publicado em 1911, Taylor apresenta seus estudos, porém com maior ênfase em sua filosofia, e introduz os quatro princípios fundamentais da administração científica:

• Princípio de planejamento – substituição de métodos empíricos por procedimentos científicos – sai de cena o improviso e o julgamento individual, o trabalho deve ser planejado e testado, seus movimentos decompostos a fim de reduzir e racionalizar sua execução.
• Princípio de preparo dos trabalhadores – selecionar os operários de acordo com as suas aptidões e então prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado para que atinjam a meta estabelecida.
• Princípio de controle – controlar o desenvolvimento do trabalho para se certificar de que está sendo realizado de acordo com a metodologia estabelecida e dentro da meta.
• Princípio da execução – distribuir as atribuições e responsabilidades para que o trabalho seja o mais disciplinado possível.

ENEAD 2011

O ENEAD, Encontro Nacional dos Estudantes de administração, é o mais importante e tradicional evento de administração do Brasil. 

Programação de 21 a 24 de julho.

QUINTA-FEIRA:

De 09h00 à 18h00 – Credenciamento*
De 15h00 à 18h00 – Atividades Científicas
De 18h00 à 19h00 – Intervalo
De 19h00 à 22h00 – Atividades Científicas

SEXTA-FEIRA:

De 08h00 à 13h00 – Tempo Livre
De 13h00 à 18h00 – Atividades Científicas
De 18h00 à 19h00 – Intervalo
De 19h00 à 22h00 – Atividades Científicas

SÁBADO:

24h - Secretaria
De 08h00 à 14h20 – Tempo Livre
De 14h20 à 14h50 – Abertura Espírito Business
De 14h50 à 15h50 – Palestra 01
De 15h50 à 16h00 – Intervalo
De 16h00 à 17h00 – Palestra 02
De 17h00 à 18h00 – Palestra 03
De 18h00 à 19h00 – Intervalo
De 19h00 à 20h00 – Palestra 04
De 20h00 à 21h40 – Palestra Roberto Justus

DOMINGO:

24h - Secretaria
De 09h00 à 12h00 – Entrega Certificados***
* Mesmo o credenciamento podendo ser realizado até às 18 horas, recomendamos que todos se programem para estar no evento a partir das 09 horas da manha, para que não percam horas de atividades acadêmicas.
** Atividades exclusivas para os inscritos no Espírito Business 2011.
*** Os certificados serão entregues apenas no local, excluindo a possibilidade de envio pós-evento.

 Maiores informações acessar: http://www.enead.com.br/index.php

domingo, 27 de março de 2011

Como dar adeus a problemas financeiros

Furos no caixa, falta de capital de giro, preços errados, custos altos, investimentos exagerados e inadimplência. É possível, sim, resolver - e melhor, evitar - as armadilhas que fazem com que 74% dos negócios não sobrevivam, segundo dados do Sebrae. Seis especialistas em finanças e 20 empresários de sucesso apontam soluções para perguntas que vieram de todo o país e também podem valer para você.

Meu Problema: Maior Capital de giro                            

"No início, trabalhei só para pagar as contas durante dois anos. Como ter fôlego para não colocar o negócio em risco?"

Gabriel Tosi, 29 anos, sócio do portal O Investidor e fundador da Agência Full Interactive, de São Paulo (SP)


O QUE FAZER PARA ADMINISTRAR O CAPITAL DE GIRO

> Calcular o ciclo do negócio, da seguinte forma: prazo médio dado aos clientes + tempo de manufatura (no caso de indústria) + período médio em que as mercadorias ficam em estoque - prazo médio de pagamento aos fornecedores.

> Apurar as necessidades de capital de giro durante esse ciclo, da seguinte forma: despesas mensais/número de dias no mês X ciclo do negócio.

> Fazer uma estimativa folgada do capital de giro, se possível, para um semestre. Levar em conta que, no início das atividades, a empresa ainda terá caixa negativo.

> Reinvestir parte do lucro, pelo menos um terço, na composição do capital de giro. Esse recurso permitirá à empresa crescer nos períodos favoráveis ou se proteger quando houver turbulências.

> Sempre que possível, reduzir os prazos de recebimento e alongar os de pagamentos. Isso ajuda a diminuir a necessidade de capital de giro.

> Não usar o caixa da empresa para pagar despesas pessoais. A retirada dos sócios deve ser definida pelo pró-labore e prevista no fluxo de caixa. Quando o empresário mistura as contas, cria um desequilíbrio financeiro que pode comprometer o negócio.

> Estabelecer metas de crescimento atreladas às de eficiência em custos. Não adianta nada colocar mais recursos no negócio se houver aumento proporcional na necessidade de financiamento.


AS SOLUÇÕES DE QUEM SABE COMO SUPERAR A DIFICULDADE


 WILLIAM EID JR.,54 ANOS, COORDENADOR DO CENTRO DE ESTUDOS EM FINANÇAS DA EAESP-FGV

COMO EVITAR O PROBLEMA


"Muitos começam um negócio sem capital de giro para financiar o dia a dia. Ou reservam um valor abaixo do necessário para garantir a operação ou mesmo se segurar, enquanto não recebem dos clientes. No planejamento, o empreendedor não pode supor que vai vender. Tem de prever, na verdade, que terá de negociar prazos alongados com seus compradores ou que eles eventualmente vão atrasar os pagamentos. O ideal é fazer a conta de quanto será necessário no mês para sustentar o negócio com nível zero de vendas. Parece radical? Conheço a história de uma empresária que abriu uma loja, mas nem chegou a funcionar. Ficou meses parada porque a prefeitura abriu uma vala em frente ao imóvel."

COMO RESOLVER O PROBLEMA

"Quando uma empresa já enfrenta a falta de capital de giro, é hora de negociar para conseguir as melhores condições de custo e prazo com os fornecedores. Também é necessário evitar desperdícios e enxugar despesas. Essas ações devem ser feitas com cuidado para que não representem queda de qualidade do produto ou serviço."



Retirado de:  revistapegn.globo.com/Revista/Common/..

terça-feira, 22 de março de 2011

Revolução Industrial



Graças a revolução Industrial, o capitalismo da Época Moderna pôde amadurecer e constituir - se num sistema econômico, suplantando definitivamente os vestígios do feudalismo. A Revolução Industrial aconteceu na Inglaterra na segunda metade do século XVIII em um processo de transformação acompanhado por notável evolução tecnológica.
A Revolução caracteriza – se: pela urbanização; as cidades cresceram em função da concentração de indústrias e de trabalhadores: Pela Divisão do trabalho; subdividindo – se nas fábricas, as funções dos operários em múltiplas operações dando origem ás linhas de montagem: Produção em série; que elaborou para igualar, e massificar o gosto dos empregados e dos produtos industrializados: Desenvolvimento dos transportes e da comunicação ; pois sem os quais seriam inviáveis a destribuição dos produtos industrializados.
A Primeira fase da Revolução Industrial correspondeu ao período que se estende de 1760 a 1850, nesta fase a indústria têxtil foi a que mais se desenvolveu. O desenvolvimento técnico – científico, implementando a modernização  econômica, foi significativa, surgiram então as primeiras máquinas feitas de  ferro  que utilizavam  o vapor como força motriz.
Com inicio em 1850 a segunda fase chega e o processo de industrialização entra em um ritmo acelerado, envolvendo os mais diversos setores da economia, com a fifusão do aço, a descoberta de novas fontes energéticas, como o petróleo e a eletricidade, e a modernização do sistema de comunicação.
Os donos das empresas se viram na obrigação de contratar alguém para organizar sua empresa e ter uma maior produtividade e maior lucro, daí surgiu a necessidade de administrar de forma mais técnica as empresas.

Fonte: Livro - História para ensino médio Brasil e Cultura
                        volume único
Autor- Gilberto Cotrim - 1ed. São Paulo:Saraiva, 2002.
Capítulo 32 - Revolução Industrial ( pág 233)

http://www.portalbrasil.net/historiageral_revoluçaoindustrial.htm

sábado, 19 de março de 2011

Dicas para ser um bom empreendedor

A dica foi dada pela leitora Betina de Tella. Betina é formada em ciêncas sociais e trabalha na área de avaliação de projetos de terceiro setor e pretende abrir seu negócio.

Tomar atitudes social e ecologicamente responsáveis é o que toda empresa terá que fazer em um mundo que cada vez mais entra em crise e teima em não se responsabilizar pelos danos que causa à sociedade e à natureza.
É fácil começar com atitudes simples como escolher um papel reciclável para o uso diário e para folders de marketing, ou contribuir com parte de seu imposto de renda para algum projeto social, por exemplo.
Competitivamente falando, este fator já é um diferencial e com certeza será ainda mais no futuro, e incorporá-lo desde o início será mais eficiente e acabará saindo mais barato do que uma mudança de planejamento, costumes e valores quando sua empresa já estiver consolidada.
Será um belo de um valor agregado a cultura de sua empresa desde seu nascimento, e todos agradecem.

Fonte:http://www.saiadolugar.com.br/

Cabo Verde e o Empreendedorismo de Base Tecnológica






Isidoro Gomes (IEEE)
Uma das formas mais populares de mobilidade social e económica não apenas nos países desenvolvidos, mas também em países em vias de desenvolvimento (como, por exemplo, a Índia, a China e o Brasil) é o EMPREENDEDORISMO.
Motivação, persistência, conhecimento do mercado e do sector onde se quer actuar, capacidade de investimento, rigor e dedicação são os factores determinantes no processo de criação de uma empresa... Olhemos então para o sector onde se quer actuar. Sabe-se que existem diversas categorias de empreendedorismo. Por oportunidade, social, intergeracional, necessidade… entre outros, e por fim, o de Base Tecnológica.
Presenciamos a criação de duas instituições para a promoção de empreendedorismo em Cabo Verde: o Centro de Incubação de Empresas de Serviços e Tecnologia e a Agência para o Desenvolvimento Empresarial e Inovação, a meu ver, cumprindo escrupulosamente as suas missões o país ganhará novos empreendedores e fortalecerá a compepetitividade interna. No entanto, uma única incubadora de empresas e centralizada será de longe insuficiente para um Estado que quer incutir na sociedade o modelo de auto-emprego. Mas aqui o poder local poderia e deve ter outra visão das coisas, por exemplo, criar sinergias conjuntamente com outras organizações/associações de caris empresariais no sentido de alavancar propostas de cidadãos em projectos activos. Ninguém duvida das suas implicações positivas para essas comunidades.
Uma pequena parte das pessoas nasce com capacidades empreendedoras inatas/intrinsecas, enquanto outra parte pode ser influenciada pela educação e pela cultura, isto é, por factores extrínsecos. A educação e a cultura podem fazer com que a fracção de pessoas que se tornem empreendedoras aumente, podendo, porém haver mais pessoas a serem influenciadas. A verdadeira questão de ser ou não empreendedor, reside em averiguar quem é o inovador e se este nasce ou pode ser formado! Não temos estudos em Cabo Verde que nos indique a percentagem de cabo-verdianos que gostariam de ter o seu próprio negócio e que factores (e.g. medo de falhar, desejo de estabilidade financeira etc.) os distinguem dos africanos do continente e outras regiões do globo.
Estado + Universidade + Indústria = Organizações híbridas, devendo partilhar entre si o conhecimento e recursos de forma intensa. Em média, 19% dos novos produtos e 15% dos novos processos das empresas de bens manufacturados dos EUA são directamente baseados em investigação académica, 40 e 47%, respectivamente em indústria de alta Tecnologia, como é o caso da indústria farmacêutica, e em desenvolvimento de instrumentos e processamento de informação. Cabo Verde vem conhecendo vários micros e médias empresas de negócios baseados em IT (Information Technology), mas com duas particularidades: primeiro, a maioria dessas empresas são de capitais extrangeiros, segundo, nenhuma delas proveio de um spin-off (empresas criadas a partir de centros de pesquisas, universidades ou empresas-mães a partir do conhecimento e tecnologias produzidos no seu dia-a-dia).
As Instituições de Ensino Superior com formações viradas para as tecnologias nacionais devem começar a apontar as suas baterias para outras direcções: criação de empreendedores e com isso oferecendo uma definitiva contribuição para o desenvolvimento da sociedade. Olhemos para o study case do Massachusetts Institute of Technology (MIT): este estabeleceu um centro de formação e promoção de empreendedorismo entre estudantes, investigadores e staff. O centro baseia-se na seguinte filosofia: “Os cientistas do MIT, engenheiros e gestores acreditam que isto não é suficiente para inventar um novo produto, conceito ou tecnologia. A medida de sucesso é a comercialização global e aceitação generalizada das suas inovações”. Ora, de acordo com o MIT, antigos alunos e professores fundaram mais de 5.000 empresas. Estas empresas empregam cerca de 1.1 milhões de pessoas e têm umas vendas anuais de mais de 230 bilhões de dólares. Cerca de metade destas empresas foram fundadas por pessoas com licenciatura há menos de 15 anos; uma em cada seis empresas é fundada por pessoas com licenciatura há 5 anos. Algumas das empresas criadas no seio do MIT incluem gigantes como: a Intel, Bosc, 3Com, Texas Instruments, HP ou a Gillet. Se uma única universidade consegue produzir spin-offs que geram receitas cerca de 118 vezes superior ao PIB de Cabo Verde, será que não é possível que as Instituições de Ensino Superior do arquipélago, em conjunto terem 0,1% do desempenho de MIT? Bastaria isso para que o PIB cabo-verdiano aumentasse cerca de 9%.
Nos últimos anos os países desenvolvidos transitaram de uma estrutura dominada por indústrias transformadoras tradicionais para uma estrutura dominada por indústrias ligadas às novas tecnologias, “Entrepreneurial Economy”. As novas empresas de base tecnológicas (NEBT’s), nas economias em vias de desenvolvimento, dentro do grupo dos PME’s, representam mais de 70% de novos empregos (em termos líquidos) criados em cada ano; são responsáveis por 95% das inovações “radicais” (de grande impacto nas economias). Um Start-up (uma ideia inovadora que evolui para uma empresa de grande crescimento) de sucesso está inequivocamente ligado às seguintes qualidades: liderança do processo pertencente ao empreendedor responsável pela ideia de negócio; complementaridade de talentos e trabalho em equipa de cada um dos membros envolvidos no novo negócio; capacidade para obter, gerir e controlar recursos; capacidade financeira para desenvolver a oportunidade de negócio, entre outras.
No entanto, embora a infusão de criatividade e inovação trazida pelas novas tecnologias de informação e pelos desenvolvimentos das ciências tenha resultado numa proliferação de novos esforços empresariais, esta revolução tecnológica deu também origem a um elevado número de insucessos. Recorda-se que, de facto, a grande maioria das novas iniciativas empresariais de base tecnológica falha devido a uma insuficiente avaliação da oportunidade de negócio, criando dificuldades a diferentes níveis (e.g. inadequação do bem/serviço à procura/mercado; concorrência forte que pode facilmente “roubar” as ideias e clientes à nova empresa, etc.), realidade essa bem patente no arquipélago.

Fonte:http://www.ciclodetertulias.com/index.php?option=com_k2&view=item&id=112:cabo-verde-e-o-empreendedorismo-de-base-tecnol%C3%B3gica&Itemid=162

quinta-feira, 10 de março de 2011

DE OLHO NA EQUIPE

Alguns passos para inspirar as pessoas a darem o melhor de si

 

  • Você não pode permitir que seus funcionários se sintam mal por causa dos baixos salários oferecidos.Isso colocaria a empresa em risco.Ofereça a melhor recompensa dentro da realidade financeira da empresa.Depois cobre da equipe um desempenho à altura.

  • Para demonstrar confiança e dar liberdade aos funcionários,reveja seu orçamento.Seus executivos mais experientes têm autoridade para realizar as tarefas de maneira eficaz?    

  • Identifique as aspirações de crescimento profissional de cada integrante de sua equipe e ofereça algumas oportunidades de aprendizado para que cada pessoa possa se tornar melhor e mais competente em sua carreira.

  • discuta com sua equipe como simplificar os critérios de avaliação para cada pessoa.

  • Comece sempre as reuniões de equipe com uma história.Ela não precisa ser sobre o trabalho,e sim sobre o que as pessoas consideram importante(família,esporte,férias,clima, trafego,etc.).

  • Discuta com sua equipe o que é melhor para a empresa e então assuma a iniciativa de fazê-lo.

  • Encontre cinco bons motivos para elogiar sua equipe.Nesse meio-tempo,pare de repreender as pessoas.

  • Fique atento aos sinais de mau desempenho ruim.Você consegue reconhecer um desempenho ruim?Sabe lidar com a situação de forma adequada?Se não demitir quem esta produzindo abaixo do padrão estabelecido,quem vai acabar na linha de fogo é você.

  • Organize reuniões informais com sua equipe e faça uma pergunta simples:"como vocês se sentem com o que está acontecendo no momento?"Se achar necessário,realize reuniões individuais.